Qual o sentido de viver?

Muitas pessoas se fazem essa pergunta e procuram respondê-la de várias formas. Existem aquelas pessoas que fazem de sua vida uma constante busca para encontrar a tão “sonhada resposta”. Outras acreditam que essa resposta, simplesmente, não existe; que temos que deixar a “vida nos levar” (ou seja, viver sem propósito!). E ainda existem aquelas que não encontram sentido em suas vidas, ou não encontram MAIS! Por algum motivo, decidiram colocar, mesmo que involuntariamente, a razão de sua existência em coisas passageiras, em pessoas, em momentos, vida profissional, festas, animais de estimação ou até mesmo objetos. Então, quando essas coisas, de alguma maneira inesperada ou indesejável, lhes são tiradas, a sua razão de viver vai junto com elas.
Será mesmo que vale a pena colocarmos as nossas expectativas de vida em algo que de um dia pra noite pode acabar? E quando isso acontece, será mesmo que vale a pena desacreditarmos nas nossas vidas por causa disso, chegando até mesmo ao ponto de desistirmos de viver? Então, se era pra ser assim, aquela incessante luta de 200 a 400 milhões de espermatozóides do seu pai para fecundar um óvulo onde apenas UM desses milhões de espermas poderia fazer isso, não valeu de nada? Ok! Reconheço que essa historinha é meio “clichê”, mas, por mais clichê que seja, devemos reconhecer que É a verdade, e se É a verdade, ALGO NOS DIZ A RESPEITO! A começar que, existe SIM sentido para as nossas vidas. E por que colocar esse sentido em algo passageiro, se podemos colocá-lo em algo ETERNO? É disso que esse blog vai tratar; de coisas que são ETERNAS! De coisas que vale a pena colocarmos a nossa esperança, pois não irá nos frustrar no fim das contas.
Vou contar uma breve história sobre um homem chamado Josh McDoWell, e com ela, chegar ao PONTO CRUCIAL de tudo isso.
Josh era um estudante universitário que, como qualquer outra pessoa, buscava responder à perguntas como: “quem sou eu?”; “por que estou aqui?” e “para onde estou indo?”. Simplesmente desejava ser feliz. E acreditava que encontraria a felicidade se encontrasse as respostas dessas perguntas. Ele não estava errado! Começou então, a procurar por elas. Procurou de várias maneiras, em prestígio, poder, amizades e até mesmo em religião, acabou se frustrando em sua busca.
Até que um dia, tomou conhecimento de um pequeno grupo de pessoas na universidade, no qual, havia algo diferete; eles pareciam saber porque criam naquilo em que acreditavam; ao contrário da maior parte dos universitários, esse pequeno grupo parecia saber para onde estava indo. Essas pessoas não apenas falavam de amor, elas se envolviam; pareciam estar acima das circunstâncias da vida, quando todos os demais pareciam estar debaixo delas. Demonstravam possuir uma fonte inesgotável de alegria; obviamente, tinham alguma coisa que Josh não tinha, então, ele decidiu fazer amigos entre essas pessoas curiosas.
Num belo dia, Josh e essas pessoas estavam assentados ao redor de uma mesa no diretório acadêmico conversando; até que a conversa começou a convergir para DEUS! E Josh perguntou para uma garota: “O que mudou a sua vida? Por que sua vida é tão diferente da dos outros estudantes?” Ela respondeu: “JESUS CRISTO!” No mesmo instante, Josh retrucou: “Ora, por favor, não me venha com este lixo sobre religião!” Então a moça respondeu: “Moço, eu não disse religião; eu disse JESUS CRISTO!” (cristianismo não é uma religião. Religião pode ser definida como as tentativas humanas de se chegar a Deus através de boas obras. Cristianismo, por outro lado, é Deus vindo em direção ao homem por meio de Jesus Cristo, propondo-lhe um relacionamento com Ele.)
Os novos amigos de Josh o desafiavam a examinar intelectualmente as alegações de que Jesus Cristo viveu na terra, morreu numa cruz, ressuscitou no terceiro dia e que pode mudar a vida de qualquer pessoa. Josh pensava que tudo isso era uma farsa, mas essas pessoas o desafiavam constantemente, sem cessar. Finalmente, ele aceitou o desafio; queria nada mais, nada menos que refutá-los. Josh não sabia que existiam fatos, não sabia que existiam evidências; E depois de MUITO estudar e pesquisar, Chegou a conclusão de que Jesus Cristo deve ter sido quem Ele alegava ser. De fato, sua pesquisa para refutar o cristianismo acabou se tornando uma pesquisa para mostrar as evidências de que o CRISTIANISMO É UMA FÉ INTELIGENTE! E escreveu vários livros, inclusive “Best-sellers” como, “evidência que exige um veredito – vols 1 e 2”, “Razões para os céticos considerarem o cristianismo”, “As evidências da ressurreição de Cristo”, etc.
Josh McDowell acabou se tornando cristão; e pôde experimentar de uma mudança radical e maravilhosa que só Jesus Cristo poderia ter feito em sua vida, enfim, encontrou as respostas que tanto procurava, encontrou o SENTIDO DE VIVER!

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